Ponto Final - Match Point
(Match Point, 05)

Texto de Karvalhovsky com uns pitacos meus.
Não posso dizer que sou um fã de Woody Allen. Muitas vezes não vejo tanta genialiadade assim em seus filmes. Acho inclusive a maioria apenas mediano. Sua habilidade para criar bons diálogos é incrível, e seus filmes terem elencos sempre tão homogêneos e bons, além de histórias que mantém sua linearidade, sem partir para soluções mirabolantes, são características que aprecio. Mas não o suficiente pra me declarar fã do cara.
Esse aqui, dos últimos que assisti, é o melhor (que me lembro, foram "Todos Dizem Eu Te Amo" e "Igual A Tudo Na Vida"). A história gira em torno de Cris Wilton (Johnathan Rhys Meyers), um ex-tenista profissional que dá aulas particulares e tenta encontrar meios de ascender socialmente, e assim acaba se envolvendo com a família aristocrática de um aluno, desenvolvendo um relacionamento com a irmã deste (Emily Mortimer), mas também um triângulo amoroso com sua quase-cunhada (Scalett Johansson).
Apesar desta premissa, não há uma antipatia natural em cima do protagonista, mesmo que seus atos sejam reprováveis, e o desenrolar da história alcança proporções surpreendentes a partir do terceiro ato, tornando o filme ainda mais interessante. Posso não ver nada de especial em Woody Allen, mas desse filme eu gostei.

Dá uma olhada no trailer aí. Aperta o play, marreco!
(Match Point, 05)
Texto de Karvalhovsky com uns pitacos meus.
Não posso dizer que sou um fã de Woody Allen. Muitas vezes não vejo tanta genialiadade assim em seus filmes. Acho inclusive a maioria apenas mediano. Sua habilidade para criar bons diálogos é incrível, e seus filmes terem elencos sempre tão homogêneos e bons, além de histórias que mantém sua linearidade, sem partir para soluções mirabolantes, são características que aprecio. Mas não o suficiente pra me declarar fã do cara.
Esse aqui, dos últimos que assisti, é o melhor (que me lembro, foram "Todos Dizem Eu Te Amo" e "Igual A Tudo Na Vida"). A história gira em torno de Cris Wilton (Johnathan Rhys Meyers), um ex-tenista profissional que dá aulas particulares e tenta encontrar meios de ascender socialmente, e assim acaba se envolvendo com a família aristocrática de um aluno, desenvolvendo um relacionamento com a irmã deste (Emily Mortimer), mas também um triângulo amoroso com sua quase-cunhada (Scalett Johansson).
Apesar desta premissa, não há uma antipatia natural em cima do protagonista, mesmo que seus atos sejam reprováveis, e o desenrolar da história alcança proporções surpreendentes a partir do terceiro ato, tornando o filme ainda mais interessante. Posso não ver nada de especial em Woody Allen, mas desse filme eu gostei.
Dá uma olhada no trailer aí. Aperta o play, marreco!
P.S.: Logo antiga e tal e coisa.
Categoria(s): Cinefilia
1 comentário(s):
- At 9 de setembro de 2008 às 11:01 Shirley de Queiroz said...
-
Eu assisti a esse filme, sem expectativa nenhuma, e achei muito bom. O final é uma ótima sacada....


