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Oca do Futuro

Já era o tempo daquela visão bem rudimentar do índio. Agora o lance é o índio high tech.



E eu nem tenho um Vaio desses…

E hoje, segunda-feira, 20 de julho de 2009, completam-se 40 anos do pouso do módulo lunar da missão espacial Apollo 11 na Lua. "Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade." Simplesmente fantástico!

E ainda tem gente que não acredita. Que é tudo conspiração gringa, coisa e tal. Cara, why? Por que ainda hoje perdura isso?! Na época, tudo bem, limitação nas informações, ainda alguma incredulidade na capacidade tecnológica, coisa e tal. Mas ainda hoje?! Tenham dó!

Hoje, especialmente, os céticos e teóricos conspiracionistas se assanham. Mas seus argumentos são todos refutáveis. A matéria abaixo discute os maiores pontos de discórdia do fato, e suas respectivas desmentidas. Bem legal.


"Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua


Neil Armstrong e Buzz Aldrin procuram rochas no Texas em 1969,
como preparação de sua ida ao espaço (Foto: Nasa/The New York Times)

Em 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua, mas muitos ainda não acreditam nisso. E apesar de astronautas terem voltado lá outras cinco vezes, o fato de que ninguém nunca mais tocou o solo lunar desde 1972 abriu margem para dúvidas de muita gente. Afinal: o homem foi mesmo à Lua ou tudo não passou de uma bem montada encenação americana? Para o astrônomo Ronaldo Mourão, um dos mais respeitados cientistas brasileiros, está claro: há 40 anos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin chegaram sim à Lua.

Os soviéticos

Para o cientista, a principal prova de que os americanos chegaram à Lua é simplesmente o fato de que seus inimigos, os soviéticos, nunca duvidaram disso. A URSS em 1969 tinha uma tecnologia avançada, um programa espacial de ponta e plenas condições de verificar se os sinais de rádio da Apollo 11 vinham mesmo da Lua. 'Se os soviéticos descobrissem qualquer indício de que era uma mentira, eles iam fazer um samba enorme em cima. Não iam esconder de jeito nenhum', afirma Mourão.

Além do rádio, os soviéticos tiveram outras comprovações da missão. 'Nos mesmos dias da Apollo 11, a União Soviética lançou a Luna 15', conta o astrônomo. A Luna 15 foi uma sonda robótica importante. Tentando desmerecer o feito americano, os soviéticos queriam que ela fosse à Lua, recolhesse amostras e voltasse, mostrando que aquela história de levar gente para fora de órbita era perda de tempo e dinheiro (não deu certo e a Luna 15 se espatifou em uma montanha lunar um dia depois da chegada dos americanos).

Antes disso, no entanto, a sonda serviu como prova para os soviéticos de que os americanos estavam mesmo por ali. Pela primeira vez na história, americanos e russos cooperaram no espaço – meio a contragosto, mas cooperaram. Para evitar uma tragédia espacial, com a sonda soviética colidindo com a nave americana, as duas agências trocaram dados sobre seus planos de voo. Ou seja: a URSS não apenas ouviu as transmissões de rádio vindas da Lua, mas também acompanhou o voo da Apollo 11.

Essa é, obviamente, a prova número 1 da chegada do homem na Lua. Mas ela não impediu a propagação de teorias que afirmam que tudo não passou de uma filmagem feita em um estúdio de Hollywood. E não é à toa. Quando a Nasa acabou com o projeto Apollo e passou a dedicar suas energias e verbas para as estações e os ônibus espaciais, ela deu margem para tudo isso se fortalecer. Conforme os anos passaram, o argumento 'se o homem foi à Lua há tanto tempo, por que não voltou?' foi repetido a exaustão.

A convite do G1, Ronaldo Mourão ouviu algumas das principais dúvidas sobre as imagens da Apollo 11. Ele esclareceu a verdade por trás dos mitos da missão lunar.

A bandeira que 'tremula'


Dobra da bandeira está no mesmo lugar não importa o ângulo da foto (Foto: Nasa/Divulgação)

É quase impossível falar da missão da Apollo 11 e não ouvir alguém dizer que 'a bandeira está tremulando e na Lua isso é impossível'. Sim, é impossível a bandeira tremular no espaço. É por isso que ela não tremula.

Preste atenção nas imagens: a bandeira americana não está voando. Ela está amassada, por que estava guardada em algum canto do apertadíssimo módulo lunar. É possível perceber que não há variação nas 'ondas' da bandeira, não importa qual foto se veja. 'Além de estar amassada, a bandeira se mantém ereta por que tinha uma haste superior que a mantinha assim', explica Mourão. 'Essa é a única maneira de ela não ficar para baixo, que é o que seria esperado na Lua, onde não há vento e a gravidade é um sexto da terrestre', explica o astrônomo.

A foto de Neil Armstrong descendo do módulo lunar


Buzz Aldrin, e não Neil Armstrong, deixa o módulo lunar (Foto: Nasa/Divulgação)

Outra dúvida recorrente: 'se Armstrong foi o primeiro homem na Lua, quem é que tirou a foto dele descendo?'. É simples: ninguém. Ninguém, por que essa foto não existe. Armstrong foi o primeiro homem na Lua e, por isso, não existe foto 'de fora' do módulo lunar enquanto ele desce.

A foto clássica de um homem saindo da nave? 'É o Aldrin', explica Mourão. Buzz Aldrin, o piloto do módulo, foi o segundo homem na Lua. Enquanto ele descia, Armstrong fotografava. Aliás, a maioria das fotos 'clássicas' da Lua, que muita gente acredita serem de Armstrong, são, na verdade, de Aldrin.

As pegadas


Poeira lunar muito fina deixa pegada marcada (Foto: Nasa/Divulgação)

Uma das muitas missões de Buzz Aldrin na Lua era bem simples: fazer uma pegada clara e tirar uma foto para que os cientistas na Terra pudessem estudar a mecânica do solo lunar. A foto virou um clássico e foi reproduzida no mundo inteiro. Além dela, diversas imagens mostram as pegadas dos dois astronautas na Lua.

Não se sabe onde isso começou, mas muitas pessoas passaram a debater na internet afirmando que 'se não tem umidade, não deveria existir pegadas'. Mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não é preciso água para deixar pegadas, como qualquer beduíno do deserto pode demonstrar. O que deixa as pegadas ali é a areia extremamente fina e porosa da Lua. 'É um pó muito, muito fino, semelhante ao cimento, à cinza vulcânica ou ao pó compacto que as mulheres usam em maquiagens. Quando você pisa em algo assim, fica uma marca profunda. É por isso que as pegadas se formaram', afirma o astrônomo.

A variação de temperatura na Lua


Roupas dos astronautas não aguentariam temperaturas tão extremas como as da Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

A Lua não tem atmosfera. Por isso as temperaturas ali variam muito. Durante o dia, a média é de 100°C e durante a noite de 150°C negativos. Humanos, obviamente, não sobreviveriam ali. Por isso que os especialistas que planejaram a missão escolheram um lugar mais ameno para pousar o módulo lunar.

'O local escolhido para o pouso era exatamente no meio da penumbra, onde ainda não era nem dia nem noite completamente, para proteger os astronautas', explica Ronaldo Mourão. A rotação da Lua dura cerca de 27 dias – tempo de sobra para Armstrong e Aldrin ficarem seguros por ali.

As sombras


Sombras intrigam quem não acredita no feito (Foto: Nasa/Divulgação)

A fonte principal de luz na Lua é o Sol, assim como na Terra. E isso já gerou muita confusão, por que muita gente não entende por que é que há sombras diferentes nas fotos da Lua se o Sol 'seria' a única fonte de luz. Mas o Sol não é a única fonte. 'Há também a Terra e a luz emitida pela própria câmera do astronauta', explica Mourão. Na Lua, a Terra ilumina a área tanto quanto a Lua ilumina a Terra em uma noite de Lua cheia.

As estrelas


As estrelas estão longe demais para serem capturadas pela câmera (Foto: Nasa/Divulgação)

Outra pergunta frequente: como é que os astronautas fizeram tantas fotos na Lua e não registraram nenhuma estrela? Basta uma noite longe das luzes artificiais que você enxerga bilhões delas – e eles não fotografaram nenhuma? Pois é, eles com certeza viram muitas, muitas, mas muitas estrelas mesmo, mas não conseguiram fotografar nenhuma.

Por quê? Por que a fotografia tem limites, principalmente em 1969. Para conseguir captar as estrelas, os astronautas teriam que ter deixado uma 'exposição' alta na câmera, e com o brilho do Sol ali do lado se fizessem isso não teriam conseguido registrar mais nada na superfície. 'Talvez com uma máquina moderna de hoje em dia eles conseguiriam, mas era difícil e isso não era a prioridade naquele momento', explica Mourão.

Objetos deixados


Apollo 11 deixou uma placa na Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

As missões Apollo deixaram um monte de coisas na Lua. Desde o módulo de descida da Apollo 10, que ficou por lá mesmo, até o jipe lunar da Apollo 17, passando por satélites, aparelhos diversos e muitos estágios de foguetes. A mais importante delas é a única que está em operação até hoje: um conjunto de cubos refletores que funcionam como espelhos lunares.

'Esses cubos são usados para medir a distância da Terra à Lua, que varia. Diversos observatórios, dentro e fora dos Estados Unidos, já usaram esses refletores em pesquisas. Se o homem não tivesse ido à Lua, isso seria impossível', afirma o astrônomo.

Não é possível ver esses objetos da Terra por que eles são muito pequenos em comparação com a Lua e a distância é muito grande. Seria a mesma coisa que você pedir para Armstrong, da Lua, enxergar um automóvel aqui na Terra. Um exemplo: você consegue enxergar montanhas na Lua? Pois elas existem e algumas têm mais de 4 mil metros de altura (o ponto mais alto do Brasil, o Pico da Neblina, tem pouco mais de 3 mil metros). Agora, se a gente mal consegue ver montanhas, como é que vamos enxergar os pequenos objetos deixados pelas Apollos?

Além das coisas que os astronautas deixaram na Lua, há as coisas que eles trouxeram. As rochas lunares foram analisadas por cientistas do mundo todo e sua autenticidade foi comprovada. 'Não dá para falsificar isso. Rochas lunares têm características muito especiais, não vistas na Terra, por que elas são atingidas por micrometeoritos', conta Mourão.

Por que o homem ainda não voltou?


Quando o homem vai voltar à Lua? (Foto: Nasa/Divulgação)

Essa reportagem provavelmente não seria necessária se a Nasa tivesse mantido as missões lunares e as pessoas estivessem tão acostumadas com descidas à Lua quanto estão hoje com voos à Estação Espacial Internacional. Então, cabe a pergunta: se o homem foi à Lua, por que não voltou? A resposta: política.

Depois que os Estados Unidos chegaram à Lua, os soviéticos resolveram brincar de 'eu nem queria mesmo' e deram uma bela desacelerada em seu programa lunar, mantendo apenas as sondas Luna. 'A URSS preferiu gastar seu tempo e dinheiro com a estação espacial Mir', conta Mourão – e nessa eles derrotaram os americanos, que jamais conseguiram colocar a sua Freedom em órbita e acabaram adaptando o projeto para virar a Estação Espacial Internacional.

A Nasa, por sua vez, viveu uma crise financeira numa época que o governo americano acreditava que o povo 'não se importava' com o programa espacial. Mais tarde, preferiu concentrar seus esforços nos ônibus espaciais, com a esperança de tornar as missões mais rotineiras.

Agora, no entanto, tudo parece que vai mudar. Com a aposentadoria dos ônibus espaciais no fim de 2010, os americanos estão investindo em novas naves: as Orion, que parecem muito mais com as Apollo do que com os gigantescos ônibus. A principal missão da nova nave: levar o homem de volta à Lua. Mas agora a corrida espacial ganhou mais competidores: China, Índia e Japão também estão na briga. Se tudo der certo, daqui pouco mais de uma década, vamos ter muitas bandeiras causando polêmica em solo lunar."

[FONTE]

Como o cara bem comentou, acho que o maior de todos os argumentos que desmentem as teorias de conspiração é justamente o fato dos russos (antigos soviéticos) nunca terem duvidado do assunto. No auge da Guerra Fria os caras ficaram pianinho. E até desdenharam. Tipo aqueles guris que quando não conseguem o que querem, falam "não queria mesmo". Também deram um-a-zero nos ianques, construindo a estação espacial MIR.

Abaixo, vai o episódio dos Mythbusters que derruba um por um os mitos. Muito bom!










Fora essas últimas informações divulgadas pela NASA, com fotos aéreas de uma missão tripulada, a Apollo 14.


Imagem atual dos restos da missão Apollo 14 na Lua: da esquerda para a direita, são visíveis
os instrumentos científicos, as pegadas dos astronautas e o módulo lunar com sua sombra

[FONTE]

E aí, alguém ainda duvida?


Zoom Infinito

Algumas pessoas sem muito o que fazer e com boas idéias na cabeça fazem coisas bem bacanas. A idéia do zoom infinito é antiga, e só depois da tecnologia mais avançada que passou a ser usado no cinema. Num site dá pra ter uma idéia mais legal sobre isso.

Você clica aquela barrinha ali logo abaixo do ‘2007’ e arrasta, então ele vai em zoom in ou zoom out, o efeito é muito legal. Agora, clica na foto e viaje na maionese.

Arre, Égua!

"Extensões para pernas transformam humanos em cavalos

Equipamento criado por artista norte-americana é feito de aço. Novidade já está à venda e custa entre US$ 750 e US$ 1 mil.

A escultora norte-americana Kim Graham desenvolveu um equipamento que dá patas de cavalo aos seres humanos, criando uma espécie de minotauro contemporâneo. Ou, como conta a criadora em seu site oficial, 'dá à pessoa uma aparência graciosa, esquisita e fantástica de um animal'."


A escultora Kim Graham apresenta sua criação, o Digigrade Leg Extensions.

[FONTE]

Com isso estão liberados do rótulo de ofensas termos como "seu cavalo!", ou "sua égua!".

Só podia ser 'arte' de 'artista' mesmo. E que orgulho pra ela, heim?! Pra chegar a afirmar que 'dá à pessoa uma aparência graciosa, esquisita e fantástica de um animal', só podiam mesmo ser palavras de 'mãe' pra 'filho'.

E chega de aspas.

Ah, sim, abaixo segue um vídeo do equipamento.




Cidades Vistas de Cima

Vitória, no Espírito Santo, cidade onde atualmente (por mais algum pouco tempo) resido, é muito bacana. Bonita em sua geografia. A vista aérea é muito massa. Sobrevoei rapidamente (decolagem e aterrissagem), e deu pra ter uma ótima impressão. Já a vista do alto do Convento da Penha, um dos mais antigos do Brasil e patrimônio do estado, é de tirar o fôlego.

Vistas aéreas de cidades sempre impressionam. Qualquer que seja ela. Pelo menos, assim eu acho.












Altos Pixels

Tava a fim de trocar meu celular. Gosto dele, mas atualmente preciso andar com dois. Então precisava de um pega dois chips ao mesmo tempo. Outra coisa que gosto é que tenha câmera, justamente para fazer fotos de coisas cotidianamente bizarras e postar aqui no Azidéias. Como já fiz algumas vezes e tem outras fotos guardadas aqui pra postar. Então queria um celular com câmera. Achei isso, aqui que dá pro gasto:


Alta tecnologia.

Se você tem mais de 25 anos, certamente lembra dessa música:



Então. Por onde anda Carly Simon, autora da balada 'Coming Around Again'?

A cantora norte-americana Carly Simon nasceu em Nova York, em 1945. Filha de um empresário e pianista e de uma ativista civil e cantora, a música sempre esteve presente na sua vida. Tanto que a carreira começou em família: em 1974, Carly se juntou à irmã Lucy para formar a dupla “The Simons Sisters”.

Um pouco depois Lucy, a mais velha das irmãs, resolveu se casar e abandonar a carreira. Apaixonada por música, Simon continuou, e lançou dois anos depois, um de seus grandes sucessos, “Nobody Does it Better” (1976), música que faz parte da trilha do filme “007 – O espião que me amava”, e a consagrou nos Estados Unidos. Mas logo nesse início de carreira, Simon passou por uma situação constrangedora, quando seu empresário lhe fez uma proposta indecente – isso mesmo que você imaginou – em troca de seus serviços. Como a própria cantora diz em sua biografia, ele não era bem o tipo de cara pelo qual valia a pena se vender.



Em 1983, a animada “You Know What to Do” ganhou as paradas e pistas. No Brasil, Carly Simon despontou com a balada “Coming Around Again”, de 1987, que embalou muitos bailes e romances durante os anos 80 depois de servir de trilha sonora para o filme “A Difícil Arte de Amar”. E a parceria com o cinema não parou aí. Na seqüência vieram “Two Looking at One”, para o filme Karatê Kid III e “Let de River Run”, canção com a qual ganhou o Oscar de melhor canção.

Na década de 90 a cantora decidiu se arriscar na literatura lançando cinco livros infantis. Os discos continuaram, entre eles, trabalhos independentes como duetos com Plácido Domingos, Frank Sinatra e James Taylor, com quem foi casada de 1972 a 1983 e teve 3 filhos. Em 1998 a cantora passou pelo pior momento de sua vida ao ser submetida a uma mastectomia devido a um câncer de mama.


Carly Simon na capa de seu mais recente disco, 'The Bedroom Tapes', de 2008

“Depois da minha recuperação do câncer eu fiquei um pouco depressiva. Qualquer experiência, como os compositores sabem, é algo que pode ser transformado em música. Com tanto que você se lembre de respirar fundo primeiro”, diz a cantora em sua biografia ao comentar a doença. A música “I Forget” é uma das referências a essa fase difícil.

Recuperada, em 2000, a cantora lançou “The Bedroom Tapes”, e continuou a criar trilhas. Apesar de não freqüentar mais as paradas de sucesso, Carly Simon continua gravando. Este ano ela lançou o álbum “This Kind of Love”, mas a pouca publicidade deve-se a um fato curioso: a cantora não gosta de se apresentar para grandes platéias.

[FONTE]

Núcleo Galáctico

"Veja imagens do núcleo galáctico da Via Láctea

Vídeos em time-lapse são sempre incríveis. Desde os mais comuns em documentários, de nuvens passando e do Sol nascendo e se pondo, até os que envolvem cidades, suas luzes, e mais.

A bola da vez foi, colocar uma câmera Canon EOS-5D - que estava equipada com uma lente olho-de-peixe (EF 15mm f/2,8) e com bateria externa para aguentar a duração — durante nove horas, fotografando a cada 20 segundos um grupo de estrelas em Fort Davis, no Texas.

Mas a sacada genial foi usufruir de um recurso de anti-aliasing incrível:

A parte mais interessante é o filtro substituto anti-aliasing que o fotógrafo - William Castleman - usou: o filtro AA padrão da Canon bloqueia certos comprimentos de ondas vermelhas para obter um tom de pele 'mais desejável', mas se for substituído por um filtro que permita a entrada destes comprimentos de ondas, você terá uma câmera capaz de fotografar uma galáxia, como vemos neste caso, mesmo que nós não possamos enxergar a olho nu."

Confira o vídeo:



[FONTE]

Não sei quanto a vocês, mas eu arrepiei quando vi este vídeo.

Essas paradas envolvendo astronomia sempre me atraíram, sempre as considerei muito legais. Isso começou quando me disseram, ainda moleque, que a tal 'Estrela Dalva', aquela mais forte que aparece logo ao anoitecer, na verdade não era uma estrela, mas sim o planete Vênus. E que, prestando bastante atenção, dá pra perceber a diferença entre estrelas e planetas: enquanto as primeiras parecem piscar, os outros tem um brilho mais constante. Depois disso, geralmente identifico com alguma facilidade Marte e Júpiter no céu, quando estão visíveis e o tempo está bom.

É um passatempo interessante, na minha opinião. Muito associado aos nerds, mas que acredito ser muito mais bacana, principlamente pra criançada, do que ficar assistindo tanta TV ou mesmo jogando tanto video-game/computador. Inclusive pretendo comprar um telescópio assim que a grana permitir. No dia que eu conseguir focalizar uma galáxia, fotografo e posto aqui. :D


Aparelho da Tectoy está disponível on-line e em lojas do Rio de Janeiro. Pacote inclui seis jogos grátis: de 'Need for speed' a 'Fifa' e 'Quake'.



O videogame Zeebo, produzido pela brasileira Tectoy, está disponível em lojas do Rio de Janeiro e em sites de redes varejistas por R$ 499. O pacote inclui seis jogos grátis: "Fifa 2009", "Need for speed carbon" e "Treino cerebral" (em português e já instalados na memória) e "Prey evil", "Quake I e II" (disponíveis para download gratuito).

O console não utiliza mídias tradicionais, como CD ou DVD. Ele se conecta a uma rede 3G própria, pela qual o usuário faz download dos jogos. Nos locais em que a conexão 3G não estiver disponível, o aparelho vai se conectar pela rede de celular convencional, também sem pagar nada.

O jogador vai poder comprar "Z-credits", a moeda virtual da Tectoy, para adquirir novos jogos - com preços que irão de R$ 9,90 a R$ 29,90.

O Zeebo, anunciado em novembro de 2008, é considerado o primeiro videogame "100% brasileiro", mas foi projetado pela Tectoy em parceria com a norte-americana Qualcomm.

Segundo a Tectoy, o Zeebo chegará em breve a outras regiões do Brasil e será lançado em outros países ainda em 2009, com foco especial nos mercados emergentes.

[FONTE]

Sou do tempo que a TecToy fazia cada brinquedo legal, e quem fazia o comercial era a trupe Os Trapalhões, que acabava a propaganda cantando “Tec, Tec, Tec Toy, Tec, Tec, Tec Toy”. E a Tec Toy chegou a lançar aqui no Brasil o famoso Master System. Ou seja, eles tem já um histórico dentro da imaginário infanto juvenil da galera de mais ou menos 30 anos.

Agora o mundo é outro. A Sony e a Nintendo lideram um mercado que é briga de foice pela quantidade de vendas de consoles. E o preço não está nada ruim, e a forma de se conseguir jogos é algo novo, o que reduz bastante a pirataria. Não sei bem ainda como ele funciona, mas só o fato de encarar as gigantes da gringolândia assim na cara dura, já merece respeito.

Não tenho fontes confiáveis de que estas informações sejam reais ou mesmo precisas (recebi isso num email puro e simples, texto + imagens), mas as fotos dão uma imagem clara da situação. Tendo consciência das situações que estas regiões passam, é provável que seja tudo verídico, realmente. O que torna isso ainda mais impressionante.

"O alimento de uma semana

Observe: o tamanho da família; a dieta alimentar de cada país; a disponibilidade de alimentos; a despesa com comida em uma semana.

1 - Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 4 pessoas - 375.39 Euros / $500.07 dólares.


2 - Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte.
Despesa com alimentação em 1 semana: 4 pessoas - $341.98 dolares.


3 - Italia: Família Manzo da Secília.
Despesa com alimentação em 1 semana: 5 pessoas - 214.36 Euros / $260.11 dolares.


4 - México: Família Casales de Cuernavaca.
Despesa com alimentação em 1 semana: 5 pessoas - 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares.


5 - Polônia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna.
Despesa com alimentação em 1 semana: 5 pessoas - 582.48 Zlotys / $151.27 dólares.


6 - Egito: Família Ahmed do Cairo.
Despesa com alimentação em 1 semana: 12 pessoas - 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares.


7 - Equador: Família Ayme de Tingo.
Despesa com alimentação em 1 semana: 9 pessas - $31.55 dólares.


8 - Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey.
Despesa com alimentação em 1 semana: 13 pessoas - 224.93 ngultrum / $5.03 dólares.


9 - Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing.
Despesa com alimentação por semana: 6 pessoas - 685 Francos / $1.23 dólares.


Todos seres humanos, iguais segundo preceitos religiosos e legais, como assegura a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Sobreviverem com rendas entre US$85,5 e US$0,20 por indivíduo, É MUITA DISPARIDADE!"

UPDATE-DISCLAIMER (05/05/2009) - Um leitor tocou num assunto importante nos comentários: respeito às fontes da informação. A discussão é excelente, porque deve se dar o devido crédito a quem elaborou o conteúdo. Particularmente falando, em nome do blog, digo que aqui SEMPRE citamos as fontes do que postamos, desde que tenhamos essa informação. Pilhas de fotos conseguimos por email, outras aleatórias catamos por aí, de sites também aleatórios, que por sua vez também o fizeram desta forma.

O conteúdo deste post recebi por email, e não tinha qualquer referência de sua origem ou mesmo sua veracidade. Achei bacana, por isso o reproduzi aqui. Mas citei logo no início do texto a maneira como o consegui. Talvez não tenha sido específico o suficiente, tanto que acabei de complementá-lo. Caso tivesse obtido de qualquer fonte mais padronizada, teria certamente mencionado.

Temos apego por por princípios éticos e morais. Aprendemos em casa, desde nossa infância. É nossa mínima obrigação dentro da sociedade na qual estamos inseridos, por mais raro que seja. É também o mínimo de respeito que devemos àqueles que leem nossas bobagens. Obviamente não estamos nos elevando a bastiões da corretude, afinal não estamos livres de falhas. Mas tentamos diariamente fazer nosso melhor, aquilo que for mais correto neste sentido.

Como disse, a discussão é excelente, de muitíssima valia. Todos que se dispõe a entrar neste vasto mundo da Internet, mais especificamente na tal 'blogosfera', devia começar com esses princípios, tentando aplicá-los ao máximo. Quem começa da maneira correta, tende a manter a linha. Obrigado ao Nuno Figueiredo por ter levantado o tema. E a vocês, pela paciência.

Agora aproveitem e leiam o resto do blog, e nos deem mais alguns pageviews. :D


Deu Tilt Por Causa Do Bug

"Verme de verdade provoca superaquecimento em computador

Anelídeo estava sendo assado em fogo brando pelo próprio superaquecimento que causou.

Após entrar no aparelho, uma minhoca (earthworm, na tradução) causou causou uma pane séria em um laptop no Reino Unido. O trocadilho fica melhor em inglês, no qual worm significa tanto verme como um programa auto-replicante que infecta computadores.

Segundo o site Engadget, Mark Talyor viu seu antigo laptop parar de funcionar de uma hora para outra. Ao levar o equipamento a uma assistência, foi constatado que uma minhoca havia provocado todo o problema. Ela havia sido capturada pelo ventilador do PC de Taylor e travou seu motor.

Com a morte do bichinho, o computador passou a mostrar um aviso dizendo que o ventilador estava inoperante. Com isso, houve superaquecimento no laptop, que parou de funcionar.

'Eu retirei a traseira do computador e dei uma olhada dentro. À primeira vista, pensei que o que vi se tratava de alguma espécie de elástico de cabelo enrolado no ventilador.', relatou o técnico que inspecionou o PC de Taylor. 'Logo descobri que era uma minhoca que tinha se enrolado nas pás do ventilador, se esfarelando no local. Ela travou o movimento da ventoinha quando alguém ligou o aparelho e causou seu desligamento graças à ausência de arrefecimento.', disse ao site Telegraph.

Taylor afirmou que a minhoca pode ter sido trazida à sua mesa por seus gatos. Já o site Tech.blorgue ironiza, também numa piada que só faz sentido em inglês: 'teria sido mais engraçado ainda se o computador fosse da Apple'."

[FONTE]

Pergunte a qualquer técnico de informática sobre bizarrices. É um dos profissionais que mais tem histórias pra contar.

Eu mesmo já presenciei algo semelhante. Trabalhava no setor de informática de uma faculdade, e estava à disposição da turma que efetuava a matrícula dos alunos que haviam sido aprovados no vestibular. Em certo momento, uma menina começou a reclamar de um cheiro ruim que estava, aparentemente, saindo de seu computador nas últimas horas. Realmente constatamos o cheiro, retiramos a máquina e fomos verificar. Ao desmontar a fonte, havia uma lagartixa morta, frita, no meio dos componentes, e como estava apodrecendo, o ventilador ficava jogando a catinga pra fora do computador.

Comigo foi uma lagartixa. Com esse outro cara, foi algo um pouco maior.


Provavelmente era o pai da minhoca indo resgatar o filhote citado na matéria.


Neste mês em que um dos maiores marcos do cinema de ficção-científica completa 10 anos - Matrix -, essa lista traz informações muito bacanas acerca desta tradição: tentar projetar o mundo como ele poderá ser. Clássicos importantíssimos, outro nem tanto, compõem esta lista, justamente por se aproximarem da realidade tal como é hoje, mas há anos trás, quando traçaram suas previsões. Cineastas visionários? Talvez. Ou será que foram os cientistas que andaram assistindo filmes demais? :D

10 filmes que previram o futuro da tecnologia, por Shane O'Neill, editor da CIO, dos EUA.

Framingham - Alguns acertaram em cheio e outros foram futuristas. Veja 10 filmes que tentaram prever quais tecnologias vingariam no futuro.

Não é fácil fazer um filme que divirta, tenha uma boa história e antecipe as tendências e tecnologias que se tornarão verdade tempos depois.

Lembra aqueles incríveis gadgets dos filmes de James Bond (um carro que se transforma num submarino e um relógio que emite laser que corta qualquer coisa)? Eram pura fantasia!

Listamos aqui dez filmes, especialmente os feitos entre os anos 1980 e 1990 - que acertaram nas previsões de tecnologia - ou chegaram perto. Alguns deles você vai dizer: "Meu Deus, essas tecnologias já existem hoje!" ou "Isso realmente pode acontecer agora!". Confira:

2001: Uma Odisseia no Espaço



2001: A Space Odyssey (1968) - A ficção científica de Stanley Kubrick é sobre o perigo de dar muito controle aos computadores. Ele fala de tecnologia, viagens especiais e condições humanas, mas sua essência trata do computador chamado HAL, que decide parar de ajudar os tripulantes da nave espacial.

Precisão: 60%
Ainda não temos computadores com consciência, mas os perigos de tornar as máquinas autônomas é real. Quando computadores quebram, empresas como companhias aéreas simplesmente param.

Tron: Uma Odisseia Eletrônica



Tron (1982) - História de um programador que é convertido em dados e enviado a um game onde deve destruir um supercomputador do mal. Hoje os efeitos especiais podem parecer péssimos mas, na época, foram revolucionários.

Precisão: 85%
Tron conquistou seguidores entre os geeks. Embora ninguém tenha sido transportado para mundos virtuais (ainda), ele previu com exatidão jogos de computador, softwares antivírus e o fascínio por alter egos virtuais.

Blade Runner - O Caçador de Androides



Blade Runner (1982) - Em Los Angeles, no ano de 2019, um policial mal-humorado (Harrison Ford) persegue robôs idênticos a seres humanos. O visual atordoa com uma cidade superpopulosa, onde chove constantemente e que possui anúncios externos imensos ocupando todo o espaço.

Precisão: 60%
Nos próximos dez anos, não é provável que tenhamos carros voadores ou robôs confundíveis com seres humanos, mas já temos painéis de vídeos na Times Square e o aquecimento global poderá facilmente trazer a interminável chuva vista no filme.

Jogos de Guerra



War Games (1983) - O filme conta a história de um hacker que, acidentalmente, invadiu o sistema do Pentágono e quase iniciou uma guerra nuclear. A produção realmente estava à frente de seu tempo em relação à representação de hackers, violações de segurança e games.

Precisão: 85%
Mesmo que o tamanho dos disquetes, a Guerra Fria e os penteados sejam coisas dos anos 80, Jogos de Guerra previu exatamente como seriam as invasões num tempo em que a internet ainda era uma criança. O filme foi quase uma profecia.

A Rede



The Net (1995) - Primeiro suspense de Hollywood sobre internet, previa o roubo de identidade e as falhas de segurança dos computadores. A história segue uma techie solitária (Sandra Bullock) que invade o computador do governo acidentalmente e tem sua identidade roubada por crackers sinistros.

Precisão: 85%
Os disquetes e celulares gigantes são do passado, mas o suspense dos anos 90 foi bom na previsão. As redes são mais sofisticadas agora, mas o medo continua. Falhas de segurança continuam sendo motivo de paranoia.

Gattaca - A Experência Genética



Gattaca (1997) - Em um futuro estéril no qual as pessoas são geneticamente projetadas para serem perfeitas, um homem com DNA inferior planeja trocar de identidade com alguém com uma genética superior. O filme esteve à frente de seu tempo sobre clonagem, mapeamento genético e pesquisa em células-tronco.

Precisão: 75%
Embora mostre carros elétricos como os feitos hoje, o filme aborda mais bioética que tecnologia. Mas, depois dele, o debate sobre células-tronco embrionárias se intensificou. Elas servem para tratar doenças, mas poderiam levar à clonagem reprodutiva vista em Gattaca.

O Show de Truman



The Truman Show (1998) - A vida diária de Truman Burbank (Jim Carrey) é transmitida ao vivo para bilhões de TVs. Só ele não sabe. Todos ao seu redor são atores e sua cidade é um estúdio. Seu desejo de conhecer outros lugares o faz descobrir que sua vida havia sido fabricada pela curiosidade mórbida dos outros.

Precisão: 75%
O filme surgiu pouquíssimo antes dos reality shows explodirem em popularidade na TV. Apesar de nenhum deles ter construído uma cidade inteira, todos eles usam câmeras, luzes e edição para fazer o mundo artificial parecer real.

Mensagem Para Você



You've Got Mail (1998) - Pode ser uma comédia romântica convencional, com as personagens de Tom Hanks e Meg Ryan se conhecendo por e-mail. O filme previu os encontros online anos antes do Match.com pensar em existir para oferecer o serviço.

Precisão: 75%
Milhões de pessoas encontram seus romances online todos os dias em sites de namoro como Match.com, Yahoo Personals eharmony.com. Tom e Meg conseguiram encontrar um ao outro usando apenas o e-mail da AOL. Isso é que é um romance antiquado.

Matrix



The Matrix (1999) - Conta a história do "Escolhido", recrutado por um pequeno grupo de rebeldes que lutam contra uma realidade virtual que controla a vida de todo mundo. O 'blockbuster' ajudou a reinventar os games e efeitos visuais.

Precisão: 60%
Matrix tanto inspirou quanto foi inspirado por mundos virtuais, videogames e efeitos especiais. Em termos de influência no mundo real, mundos virtuais ainda contam com nossa imaginação, mas Matrix teve um efeito poderoso sobre os próprios filmes, sendo imitado por suspenses futuristas que o sucederam.

Minority Report - A Nova Lei



Minority Report (2002) - Em 2054, uma lei em vigor usa videntes para prever futuros crimes. O suspense explora destino e tempo, enquanto mostra tecnologias legais e assustadoras como hologramas 3D e anúncios interativos que sabem tudo sobre você - por meio de leitor de íris.

Precisão: 75%
Muitas das tecnologias em Minority Report já fizeram muitos avanços. O Microsoft Surface já tem tecnologia multi-touch melhorada, notícias da CNN já usam hologramas e companhias como o Google têm um volume considerável de dados sobre você. O leitor de íris também não está longe de se tornar realidade.

[FONTE]

Patinete Off-Road

Sou do tempo em que a garotada brincava no meio da rua com patinetes. Daquelas feitas com rolimã (ou rolamento, se preferir). Engenhos toscos, mal acabados, mas com 'dirigibilidade' excelente. Manobras radicais. Alta velocidade. Minha rua é inclinada, então depois que foi asfaltada virou uma festa, pois a turma toda descia mais ou menos da altura do meu portão uns 30 metros, viraram a esquina (sem movimento, claro) ainda em descida, e mais uns 30 metros pra frente, completavam o percurso com uma curvelínea 'rabiada' (ou cavalo-de-pau, se preferir).

Eu, nerd desde sempre, tentei fazer uma patinete pra mim. Obviamente, exagerei. A simplicidade que as fazia rápidas e manobráveis, eu joguei pro alto, e coloquei banco com encosto estofado, antena, logotipo de carros (meu pai arrumou num ferro-velho), até mesmo uma caixa de ferramentas, com martelo, pregos, parafusos, alicate... Resumindo: pesava uma tonelada, tive que usar quatro rolimãs (já era a dirigibilidade), e era lenta como um mamute. Ah, mas tirei onda. Os moleques amontoavam pra ver. Talvez mais pra tirar sarro, mas juntavam. Durou pouco, logo me cansei dela. Mas foi uma experiência bacana, que hoje em dia pouquíssimos garotos passam.

O trivial, nessa era modernosa internética, passou a ser a tecnologia em tudo. Até nos patinetes.


Eu passei batido por essa idéia de motor. Devia ter pensado nisso também. :)

Tem chovido ultimamente em Vitória. Isso faz baixar um pouco a temperatura. A umidade continua maltratando, com o mormaço, mas a temperatura até que caiu. Também, o inverno está se aproximando.

Estou com saudades do frio de Conquista. Nunca neguei minha preferência por temperaturas baixas. Tudo dando certo, mês de agosto estarei rangendo dentes por aí novamente.

Só não chega neste ponto aqui não. Seria exagerado.




















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