Desde pequeno que eu acho bacanas os trens ferroviários (só especifiquei pra que não seja confundido com os 'trem' da turma mineira). Esses dias inclusive meu velho encontrou meu Ferrorama entocado lá na oficina dele, um pouco danificado, mas até que bem conservado - considerando a insalubridade do local e a idade, cerca de 25 anos.
É um meio de transporte eficiente, econômico, extremamente adequado a países de dimensões continentais como o Brasil. Mas como tudo por aqui é feito às avessas, as ferrovias foram deixadas de lado. É engraçado com paisecos europeus, que em um dia dá pra atravessar andando, tem malhas ferroviárias super densas, enquanto por aqui dá pra contar nos dedos das mãos. Linha comercial pra passageiros mesmo, só tem duas, uma no Pará e outra entre Minas e Espírito Santo, mantidas por força de lei. Acho que tem uma turística no Rio de Janeiro, mas é só com essa justificativa. Uma pena.
Existe ainda alguma exploração das ferrovias por parte da produção mineral. Os já citados Pará e Minas Gerais mantém bem ativos seus circuitos, pois obviamente conhecem suas vantagens. Isso, é claro, por parte da iniciativa privada, porque o estado já largou de mão há tempos, e vem se arrependendo disso. Mas a conversa é longa, e não convém aqui.
Agora olha só o que dá pra fazer com o transporte ferroviário. Nem estou falando de passageiros, mas de cargas, sua principal finalidade. Tentem contar quantos vagões tem nessa composição. Na metade do vídeo, eu já tinha me perdido.
É um meio de transporte eficiente, econômico, extremamente adequado a países de dimensões continentais como o Brasil. Mas como tudo por aqui é feito às avessas, as ferrovias foram deixadas de lado. É engraçado com paisecos europeus, que em um dia dá pra atravessar andando, tem malhas ferroviárias super densas, enquanto por aqui dá pra contar nos dedos das mãos. Linha comercial pra passageiros mesmo, só tem duas, uma no Pará e outra entre Minas e Espírito Santo, mantidas por força de lei. Acho que tem uma turística no Rio de Janeiro, mas é só com essa justificativa. Uma pena.
Existe ainda alguma exploração das ferrovias por parte da produção mineral. Os já citados Pará e Minas Gerais mantém bem ativos seus circuitos, pois obviamente conhecem suas vantagens. Isso, é claro, por parte da iniciativa privada, porque o estado já largou de mão há tempos, e vem se arrependendo disso. Mas a conversa é longa, e não convém aqui.
Agora olha só o que dá pra fazer com o transporte ferroviário. Nem estou falando de passageiros, mas de cargas, sua principal finalidade. Tentem contar quantos vagões tem nessa composição. Na metade do vídeo, eu já tinha me perdido.
Categoria(s): Vídeos
1 comentário(s):
- At 30 de maio de 2009 às 16:49 Tijolo said...
-
Ia contar quantos carros tem pra tirar onda, mas desisti também.


