Aparelho da Tectoy está disponível on-line e em lojas do Rio de Janeiro. Pacote inclui seis jogos grátis: de 'Need for speed' a 'Fifa' e 'Quake'.

O videogame Zeebo, produzido pela brasileira Tectoy, está disponível em lojas do Rio de Janeiro e em sites de redes varejistas por R$ 499. O pacote inclui seis jogos grátis: "Fifa 2009", "Need for speed carbon" e "Treino cerebral" (em português e já instalados na memória) e "Prey evil", "Quake I e II" (disponíveis para download gratuito).
O console não utiliza mídias tradicionais, como CD ou DVD. Ele se conecta a uma rede 3G própria, pela qual o usuário faz download dos jogos. Nos locais em que a conexão 3G não estiver disponível, o aparelho vai se conectar pela rede de celular convencional, também sem pagar nada.
O jogador vai poder comprar "Z-credits", a moeda virtual da Tectoy, para adquirir novos jogos - com preços que irão de R$ 9,90 a R$ 29,90.
O Zeebo, anunciado em novembro de 2008, é considerado o primeiro videogame "100% brasileiro", mas foi projetado pela Tectoy em parceria com a norte-americana Qualcomm.
Segundo a Tectoy, o Zeebo chegará em breve a outras regiões do Brasil e será lançado em outros países ainda em 2009, com foco especial nos mercados emergentes.
[FONTE]
Sou do tempo que a TecToy fazia cada brinquedo legal, e quem fazia o comercial era a trupe Os Trapalhões, que acabava a propaganda cantando “Tec, Tec, Tec Toy, Tec, Tec, Tec Toy”. E a Tec Toy chegou a lançar aqui no Brasil o famoso Master System. Ou seja, eles tem já um histórico dentro da imaginário infanto juvenil da galera de mais ou menos 30 anos.
Agora o mundo é outro. A Sony e a Nintendo lideram um mercado que é briga de foice pela quantidade de vendas de consoles. E o preço não está nada ruim, e a forma de se conseguir jogos é algo novo, o que reduz bastante a pirataria. Não sei bem ainda como ele funciona, mas só o fato de encarar as gigantes da gringolândia assim na cara dura, já merece respeito.
O videogame Zeebo, produzido pela brasileira Tectoy, está disponível em lojas do Rio de Janeiro e em sites de redes varejistas por R$ 499. O pacote inclui seis jogos grátis: "Fifa 2009", "Need for speed carbon" e "Treino cerebral" (em português e já instalados na memória) e "Prey evil", "Quake I e II" (disponíveis para download gratuito).
O console não utiliza mídias tradicionais, como CD ou DVD. Ele se conecta a uma rede 3G própria, pela qual o usuário faz download dos jogos. Nos locais em que a conexão 3G não estiver disponível, o aparelho vai se conectar pela rede de celular convencional, também sem pagar nada.
O jogador vai poder comprar "Z-credits", a moeda virtual da Tectoy, para adquirir novos jogos - com preços que irão de R$ 9,90 a R$ 29,90.
O Zeebo, anunciado em novembro de 2008, é considerado o primeiro videogame "100% brasileiro", mas foi projetado pela Tectoy em parceria com a norte-americana Qualcomm.
Segundo a Tectoy, o Zeebo chegará em breve a outras regiões do Brasil e será lançado em outros países ainda em 2009, com foco especial nos mercados emergentes.
[FONTE]
Sou do tempo que a TecToy fazia cada brinquedo legal, e quem fazia o comercial era a trupe Os Trapalhões, que acabava a propaganda cantando “Tec, Tec, Tec Toy, Tec, Tec, Tec Toy”. E a Tec Toy chegou a lançar aqui no Brasil o famoso Master System. Ou seja, eles tem já um histórico dentro da imaginário infanto juvenil da galera de mais ou menos 30 anos.
Agora o mundo é outro. A Sony e a Nintendo lideram um mercado que é briga de foice pela quantidade de vendas de consoles. E o preço não está nada ruim, e a forma de se conseguir jogos é algo novo, o que reduz bastante a pirataria. Não sei bem ainda como ele funciona, mas só o fato de encarar as gigantes da gringolândia assim na cara dura, já merece respeito.
Categoria(s): Curiosidades e Tecnologia
1 comentário(s):
- At 25 de maio de 2009 às 21:38 Karvalhovsky said...
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É, a iniciativa de um produto desenvolvido por aqui mesmo é interessante. Confiramos se é bem feito mesmo, coisa e tal.
E essa nova abordagem em relação a como adquirir os jogos pode ser bem interessante. É aquele negócio, as estratégias de coerção contra a pirataria já se mostraram ineficientes. Tem mesmo é que se adaptar e repensar a maneira de ganhar dinheiro.
Ponto a favor da Tec Toy.


